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Formação do Projeto Nacional pelo Fortalecimento Politico das Mulheres para garantir e Ampliar Direitos, Promover a Igualdade no Mundo do trabalho - realização CESIT e CUT - Cajamar entre os dias 18 e 21 de novembro de 2014

Projeto Nacional pelo Fortalecimento Politico das Mulheres para garantir e Ampliar Direitos, Promover a Igualdade no Mundo do trabalho -  realização CESIT e CUT  -  Cajamar entre os dias 18 e 21 de novembro de 2014

Marlene Silva de Miranda, bancária desde 1989, dirigente do sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, eleita no ano 2000. Tem atuado mesmo antes da criação da Secretaria Estadual da Mulher CUT ser criada no Rio de Janeiro. Eleita em 2003/2006, como uma das 3 coordenadoras da Comissão Estadual da Mulher trabalhadora, organizou diversas atividades para o fortalecimento das mulheres sindicalistas, como cursos e seminários, dentre os de maior destaque dois cursos de oratória e o Seminário de conscientização para o Projeto de lei que tramitava na época para criação da Lei Maria da Penha (2005), em 2006 Foi indicada para moção da ALERJ pelos 30 anos de Movimento Feminista no Brasil, a frente da Comissão de Mulheres da CUT, também por sua contribuição na organização dos atos coletivos de visibilidade para a luta das mulheres no “8 de março”. Tendo se afastado no Período de 2007 a 2012 para sua graduação na faculdade de Direito. Retornando a luta feminista em 2013. Em 2015 foi eleita para a SEMT – Secretaria estadual da mulher Trabalhadora da CUT Rio. Sendo suas atribuições: XV - Compete à/ao secretária/o da mulher trabalhadora: a) elaborar, coordenar e desenvolver políticas no interior da CUT para a promoção das mulheres trabalhadoras, na perspectiva das relações sociais de gênero, raça e classe, subsidiando as instâncias horizontais e verticais e as entidades filiadas nos seus respectivos âmbitos; Página: 26 b) organizar as mulheres trabalhadoras para intervir no mundo do trabalho e sindical sobre as questões que interferem na vida destas mulheres enquanto trabalhadoras.

Congresso da categoria bancária

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Mesmo sem liberdade sindical, as atividades nunca cessaram, foto da Conferencia dos Bancários (2003)

Recebendo a Representante da Marcha Mundial de Mulheres

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Já na Comissão de Mulheres da CUT, recebemos a *companheira canadense (*não recordo o nome)  que iniciou a Marcha Mundial de Mulheres no Brasil

Comissão de mulheres da CUT

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Segundo passo foi a conquista da Coordenação da Comissão de Mulheres da CUT,  Interagindo mais com as mulheres de diversos seguimentos feministas e com autonomia para falar em nome da Central. 2003

Um pouco de minha trajetória

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Após ingressar na direção do sindicato dos bancários do município do Rio, entrei em contato com o movimento feminista do Rio de Janeiro e desde então não houve um ano em que não participasse dos eventos relativos ao mundo de luta das mulheres. Começando pelos atos do dia 08 de março, onde é praxe as mulheres que lutam, estarem nas lembrando dos seus direitos. (março 2002)

Lançamento do livro,Misa Boito, 2016

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